segunda-feira, novembro 21, 2016

CD EP de 5 Temas dos Cavalaria 77 ( a ser editado brevemente)


sábado, novembro 19, 2016

Programa de punk rock da rádio Ocidente em 1989:



Este programa era uma cassete que eu tinha há muito cá em casa e acabei por disponibilizar ao Joaquim Pedro, assim como outras pérolas e raridades do punk nacional. Um obrigado ao JP por disponibilizar estas pérolas na internet.

LP de Crise Total


Foi editado aqui há tempos, um LP com os dois concertos do Rock Rendez Vous  que circularam em cassete na década de 80. De salientar, que a banda estava no seu auge neste período. Por isso, é uma compra apetecível e obrigatória. A Crise continua... e a culpa é toda tua...

Álbum de Patrulha do Purgatório a caminho...



A banda que junta elementos de Mata-Ratos( Miguel Newton na voz) e Clockwork Boys (Zé Abutre, Túlio Maravilha e Juvenal Caveira) está prestes a lançar cá para fora o seu álbum de estreia. Cá esperamos ansiosamente por ele na redacção.

Clockwork Boys - Deusa do Submundo (Cantigas de Escárnio e Maldizer 2016 2xCD Digipack)



Encomendas através da Cobra Kai Records ou pelo gmail da banda:

clockworkboys@gmail.com


segunda-feira, novembro 07, 2016

Marion Cobretti - Viver à Margem 7" single vinyl



« Chegou-nos à redacção um embrulho envolto em folhas velhas do semanário o "Crime", poder-se ia pensar que dali não vinha coisa boa. Desembrulhando a "prenda" surge-nos o primeiro a single a solo do Marion Cobretti, vocalista dos já afamados clockwork boys. Após primeira audição, "Viver à margem" é um levantar de voz a todos aqueles que querem tornar o punk objecto de estudo catedrático.
Em nota de rodapé, o Punk não se encaixa em nenhuma cartilha e o single do Cobretti está aqui para o provar. Se o tema título é uma chapada de pura alta voltagem rock n roll sem lugar a contratempos nem pausas para matutar sobre existencialismos bacocos, o que flui aqui é realidade à flor da pele.
A rotação não esmorece, continuando em alta voltagem na outra margem (leia-se lado B), onde nos encontramos com a turma do 77, barricada num beco a defender com unhas e dedos o PunkRock no tema "Rouba Também".
Por mais contrariedades que possam existir,sejam os canhões de água da bófia, ou os críticos do costume, nada consegue vergar a turma do 77. Malha flipada com uma guitarra a estrilhar por todos os lados, aqui e acolá auxiliada por um piano atrevido que vai soltando uns lás e uns dós, inflamando o refrão com um punhado de palavras de combate.
Se pusesse este tema no "buraco negro", iríamos ser teletransportados até um final de tarde no Verão de 1978, para a porta do Dramático de Cascais, teríamos pedras da calçada em ambas as mãos e os dentes torcidos de raiva por não haver Punk- Rock, o resto seria uma história que nunca mais esqueceríamos.
A tiragem do single é reduzida, segue as premissas da lei da oferta e da procura, não há lugar a excedentes, logo a curva da elasticidade que se dane, quem encontrar o Cobretti em algum canto sujo desta terra (isto lembra-me a música do seriado Zé Gato) peçam-lhe uma cópia do single, porque este pedaço de vinil vai ficar na tribuna dos melhores registos Punk-Rock editados cá no burgo.»
 

(André Nascimento) in O Alfinete Fanzine.
Marion Cobretti- Viver à Margem 7" vinyl transparente Cobra Kai Records 2015.

Clockwork Boys com novo àlbum em dose dupla este mês de Novembro.



"Os Clockwork Boys são sinónimo de agitação, desconformismo e de por o dedo na ferida. Socialmente rebeldes levam a sua música e voz carregados de Punk e Rock sem meias palavras. Desta vez, reunidos em formato duplo, juntam a sua herança sonora num só registo. "Cantigas de Escárnio e Maldizer" e "A Dor Passa, O Ódio Fica" demonstram o porquê do sangue quente
continuar a correr nas veias desta banda!".


Podem encomendar pelo gmail da banda:

clockworkboys@gmail.com 

15€ cd duplo em digipack.

Distribuidores temos preços de revenda.

domingo, outubro 23, 2016

Cavalaria 77 na revista LOUD !!!



quarta-feira, outubro 19, 2016

Estreia em breve nos cinemas e em alguns outros "antros" perto de si...


sábado, outubro 15, 2016

Entrevista aos infames Mata Ratos:


1.Olá Miguel, como correram as gravações da banda sonora do apocalipse anunciado?

A partir do momento em que as gravações começaram, foi de facto uma ‘corrida’…o pior foi mesmo para arrancar: meros 9 anos para chegar á casa de partida, já andava tudo com cãibras…mas foi tudo muito bem apesar de termos ido para a Guarda gravar. Foi no estúdio ‘O Pátio’ do Tiago Dias, que já tinha sido guitarrista de Mata-Ratos e é primo do Chico o baixista, o que facilitou bastante todo o processo. Estava era um frio de rachar pelo que tivemos que levar umas quantas garrafas de algo bem forte para manter o espirito quente…de resto estávamos bem ensaiados pelo que não houve percalços de maior…

  1. Estão satisfeitos com o resultado final?

Estou muito satisfeito e acho que não falo apenas por mim mas também pelo resto da banda, produtor, editor e seguidores mais fiéis de Mata-Ratos. Não damos grandes pregos, tentei fingir que sabia cantar e o som até está aceitável, por isso…

  1. O que se pode esperar deste novo álbum?

Nada. Não estamos aqui para exacerbar as espectativas de ninguém. Ou então podem esperar o que se espera de um disco de Mata-Ratos, ou seja, que soe a Mata-Ratos. Já me disseram que está mais simples se comparado com os dois anteriores. E tenho que concordar, insisti junto dos infames em manter as coisas simples, em não fazer coisas complicadas que depois não vamos conseguir tocar ao vivo, ou meter ideais que serviam para 2 ou 3 temas num único. São casmurros mas acho que consegui fazer passar a ideia.

  1. Quais são os temas novos que achas que vão ficar mais na memória dos ouvintes?

Tsunami de Cerveja já está dominado pelas legiões da infâmia. Os ‘Canibais de Ma’arra’ também estão a caminho, assim como ‘Perder a Cabeça’ e ‘A Visão’.

  1. Como é estar à frente duma banda há 34 anos, desde 82 certo? "E balanço destes 34 anos? Não só em termos de banda, mas também de cena nacional? Pontos altos e pontos baixos, pessoas que interessa lembrar?

Os balanços e o pesar dos pratos das balanças de vida passada não me fazem grande sentido e são exercícios algo fúteis ou para dourar a nossa própria pilula (somos os maiores) ou para se vestir a pele do falso modesto (isto não é nada). Pessoalmente – enquanto elemento dos Mata-Ratos - apenas me interessa o presente, em o viver sem olhar para o beco traseiro do passado. O que foi, já foi. Bom é agora. Tenho que referir que nunca estive á frente de nenhuma banda. Os Mata-Ratos são uma democracia – má, como todas as democracias – em que todos têm uma palavra a dizer e as decisões são colectivas. Se as pessoas me olham como o líder dos infames é apenas porque assim o ditam os estereótipos da popular music: o vocalista é sempre o chavalo que dá cartas. Não gosto de jogar…outro erro comum: não estou nos Mata-Ratos desde 82, entrei em 84 apos a saída do primeiro vocalista, Jorge ‘Morte Lenta’ Leal. Quanto á cena nacional não sei do que falas ao certo. Teriamos que entrar aqui num debate prévio dos conceitos ‘sociológicos’ de ‘cena’, ‘movimento’ e afins. Prefiro acreditar que jogamos num campeonato só nosso.

  1. Nunca te faltou a pica, vocês são uma banda que dá muitos concertos, houve alguns que te marcaram mais? Quais?

São todos marcantes pelo menos a quente e até chegar o próximo palco a tomar de assalto. Mas os que marcam mais são aqueles em que caio do palco, já foram uns quantos e fiquei bem marcado…esta última vez, já lá vão mais de dois meses e as marcas teimam em não desaparecer. Não sei escolher essas cenas, mas posso por exemplo dizer que foi fixe tocar no palco principal do Barroselas Metal para fechar a noite sem estarmos sequer anunciados. Depois interessa mais as pessoas e os sítios e falo de Castelo Branco, Soito/Sabugal, Porto ou Caldas da Rainha.

  1. Como foi tocar com as lendas do punk britânico, 999 e os Lurkers?

Não ligo a essas cenas, ‘lendias’ já não tenho desde os 13 anos. Desde que não sejam gajos armados em importantes ou ao pingarelho – o que não é o caso dos 999 e Lurkers - é como tocar com qualquer outra banda de que se goste, o que raramente acontece.

  1. Tens outro projecto paralelo chamado Patrulha do Purgatório, banda que foi concebida especialmente para acompanhar o documentário A um passo da loucura, punk em Portugal de 78 a 88, como tem sido a aceitação das pessoas em relação ao documentário e à banda do Purgatório?

Se queres que te diga, nem sei bem no que toca á aceitação do documentário. As pessoas dizem bem cara a cara mas podem estar só a ser hipocritamente simpáticas. Os poucos que me abordam sobre o tema do documentário fizeram questão de afirmar que adoraram o documentário. Outros fizeram críticas bastante construtivas o que só tenho a agradecer. Quanto á banda tem corrido bem e o pessoal diverte-se a ver a Patrulha em acção e começam a tomar o gosto a temas clássicos que muitos deles desconheciam. De resto acho que, como convém a qualquer um que almeje estar em algo designado por ‘underground’, somos totalmente ignorados. E ainda bem. Enquanto membro dos Mata-Ratos é algo com que aprendi desde cedo a viver e com o qual me sinto muito confortável. Nunca vou deixar de fazer coisas só porque não me dão ‘aquele’ carinho e atenção. Enquanto houver meia dúzia de gandulas e gandulos com interesse, vale sempre a pena fazer coisas.

  1. Podemos esperar mais temas originais dos Patrulha, ou vão ficar-se mais pelas versões de grupos antigos?

Já disse antes que se vamos ficar apenas pelas versões é melhor esquecer a Patrulha e partir para outra, por isso a evolução natural é inverter a situação: menos versões e mais originais.

  1. Dia 10 de Setembro voltam a actuar na provinciana Lisboa, cidade onde não se passa nada. Desta vez no clube Sabotage no Cais Sodré, o que podemos esperar dessa grande festa que se avizinha?

Esta já vem fora de prazo hehehe. Já foi e foi fixe. Esteve quem tinha que estar e fez-se a festa tribal a preceito. Mas se tivesse ido ainda a tempo de responder diria que podem esperar a prestação de duas bandas de Rock Honesto – Clockwork Boys e Mata-Ratos – e claro, na primeira fila o grande Tomané Murilhas! Pérolas a porcos, escreve o que te digo…

  1. Quais as bandas nacionais e internacionais que mais te têm surpreendido pela positiva actualmente?

Nacionais: Clockwork Boys, Eskizofrénicos e Cabeça de Martelo. Internacionais: nenhuma. Não sei o que por ai anda, deixei de ouvir música porque estou já surdo de um ouvido.

  1. vocês tocam um pouco por todo o lado de norte a sul, indica aí alguns locais que tenhas especial gozo em tocar ao vivo?

A Cave 45 no Porto, O Rrustikk no Pechão, Bafo de Baco em Loulé, na Praça de Touros do Soito onde acontece o Rock in Raia e no Stronghold nas Caldas da Rainha.



  1. Palavras finais para os leitores do rock das cadeias: cuidado com o senhor Cobreti que é um cigano do rock’n’roll. Façam cenas e partam tudo, quem fica parado é poste.

sábado, agosto 13, 2016

Concertos a não perder !!!



A vingança é um prato que se serve frio. Lisboa - a inútil, a fútil, a provinciana – estava a pedir. E se a excelsa pede, quem são os infames para o recusar. Junta-mos o inútil ao desagradável e a 10 de Setembro na estreia planetária do novel disco – Banda Sonora do Apocalipse Anunciado - no antro que leva por nome Sabotage vamos ser acompanhados por essa trupe de má fama que leva por nome CLOCKWORK BOYS. Não faremos reféns, órfãos e viúvas: cuidai-vos….

 

sábado, julho 16, 2016

Germany 1977 Punk Rock


segunda-feira, junho 20, 2016

Álbum do Dia !!! V/A JAPANESE HARDCORE PUNK


quinta-feira, junho 16, 2016

MAGAFEST em Setembro


Oest Underground Fest realiza-se em novembro na Malveira

Malveira, 16 de junho de 2016 – Realiza-se no próximo dia 5 de novembro na Malveira (concelho de Mafra, distrito de Lisboa) o primeiro festival de Metal alguma vez realizado naquela localidade, designado Oeste Underground Fest.
De cariz solidário, dado que visa auxiliar os bombeiros locais, o evento será totalmente constituído por bandas portuguesas praticantes da melhor música pesada que atualmente se faz em Portugal.

O cartaz já se encontra fechado e inclui algumas das melhores propostas que o som pesado nacional tem hoje para oferecer, entre bandas consagradas e novas promessas. Como cabeças de cartaz temos os Serrabulho, antecedidos pelos Terror Empire, Destroyers of All, Terror Impire, Brutal Brain Damage, Derrame, Burned Blood, Verme e Enblood, num pacote de luxo que sem dúvida irá satisfazer os fãs de Metal e Hardcore. Nas próximas semanas serão dadas a conhecer as últimas quatro bandas que constituem este cartaz de 12 grupos.

A organização pretende realizar um evento de elevada qualidade, com forte impacto económico na área geográfica em que se insere, mas também conquistar o seu espaço no mapa dos festivais underground em Portugal. Aliás, a realização anual do evento é uma possibilidade que os organizadores não descartam.

A partir da segunda semana de julho os ingressos para o Oeste Underground Fest poderão ser adquiridos antecipadamente na Glam-O-Rama (Lisboa), Carbono (Amadora), Bunker Store (Porto), Old Skull Inn (Viseu) e noutros locais a anunciar brevemente. Os bilhetes custam 8€, podendo também ser adquiridos no local.

Mais novidades em breve.

Contactos

PATROCINADORES

Bombeiros Voluntários da Malveira

União de freguesias da Malveira e São Miguel de Alcainça

Laso

Casa Galrão

Seridesign

Batatas Ti-Ti

PARCEIROS

Glam-O-Rama

Carbono Amadora

Bunker Store

Old Skull Inn

BANDAS

Serrabulho


Destroyers of All

Terror Empire

Brutal Brain Damage


Derrame

Burned Blood


Verme

Enblood



terça-feira, junho 14, 2016

Concerto dos Trashers Atomik Destruktor em breve!!!


sexta-feira, junho 03, 2016

The Ignerents - Radio Interference


Split EP já à venda !!!


Dia 10 de Junho no Algarve


Revista LOUD! com referência ao novo àlbum dos Clockwork Boys


domingo, maio 29, 2016

Todays Single Uk 82 do beloooo !!!!


Falcata - On the Edge


sexta-feira, maio 27, 2016

Tik Tok Tik Tok !!! Aussie Punk Rock n Roll from the great almighty Celibate Riffles :


Patrulha do Purgatório - Lisboa a Arder (Letra Minas &Armadilhas; Música : Patrulha do Purgatório)

Quando por volta de 1977 os Minas & Armadilhas SARL aparecem com este tema – «Lisboa a Arder» - o que tinham em mente não seria tanto um desejo pirómano de se tornarem os Neros Lusos e deixar em cinzas a ex-capital de um vasto império acabado de perecer, mas mais um grito de revolta contra a apatia juvenil de uma cidade que apesar de cosmopolita – e por trás de toda a sua pompa e circunstancia – será sempre bacoca e provinciana. A cidade onde tudo se passa é onde não se passa nada…
Os Minas & Armadilhas clamavam que Lisboa, atoleiro de um Portugal dormente, arde-se num fogo-fátuo de punk rock feroz e imediato. E se, apesar dos seus esforços, Lisboa ainda ai está impávida e serena - qual cagalhão onde rasam em vôos kamikazes as mesmas moscas varejeiras de sempre – o punk parece ter sido varrido do mapa ou então está tão débil que precisa de um par de biqueiros bem assentes para acordar. Certo é que o hardcore de praia nunca será o som das ruas.
A Patrulha, no afã de recolha etnográfica do legado punk rock nacional, recupera para o século XXI este tema perdido. Apenas tínhamos a letra, que chegou até nós por via do fanzine «Estado de Sítio» do vocalista da banda, Paulo Borges. Da música dos Minas & Armadilhas SARL não existe qualquer registo fonográfico. Por isso criamos de raiz uma música que nos pareceu suficientemente disfuncional para acolher esta letra explosiva. É o segundo tema que vos apresentamos – apos o original «Enterrado na Loucura» - dos 10 que estão já gravados para o álbum que vem a caminho.
Oferecemos a gasolina, por isso acendam o fosforo: queremos ver Lisboa a Arder!


A não perder !!!


Rock das Cadeias
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